VIGIL RISK · Exemplo de análise

Como a VIGIL RISK analisa o risco patrimonial — com um exemplo

Análise de risco não é opinião: é critério, evidência e prioridade. Abaixo, o método passo a passo, os critérios de classificação e uma matriz de risco de exemplo — para você ver exatamente o que sai de um diagnóstico VIGIL RISK antes de contratar.

EXEMPLO ILUSTRATIVO  Os dados abaixo são fictícios, para demonstrar o método. Cada projeto real parte da evidência de campo da sua operação.

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O método, em resumo

Do campo ao indicador, em cinco passos

A lógica usada para proteger infraestrutura crítica (Sandia RAM), somada à matriz GUT de priorização, adaptada à realidade da segurança patrimonial no Brasil.

  1. 01Diagnóstico com evidência. Inspeção diurna e noturna e entrevistas por função. Cada vulnerabilidade entra com prova — foto, registro e contexto —, nunca por achismo.
  2. 02Classificação e matriz de priorização. Cada risco é pontuado por Gravidade, Urgência e Tendência (GUT) e posicionado por severidade — da banda extrema à baixa.
  3. 03Plano de ação. Contramedida, responsável, prazo e status — e o risco residual esperado depois da execução.
  4. 04Procedimentos (POPs e MOPs). Escritos para a realidade do posto, viram o padrão da operação — e a base do treinamento.
  5. 05Treinamento e indicadores. Os POPs viram trilhas da equipe, com prova, certificação e KPI mensal do preparo — o número para cobrar o contrato de segurança.
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Critérios de classificação

Como cada risco recebe uma nota

Nota objetiva, não impressão. Três eixos de 1 a 5, cujo produto define a prioridade.

Gravidade (G)

O tamanho do dano se o risco se concretizar: pessoas, patrimônio, continuidade e imagem. 1 = irrelevante · 5 = catastrófico.

Urgência (U)

O prazo para agir sem que o dano ocorra. 1 = pode esperar · 5 = ação imediata.

Tendência (T)

Como o risco evolui se nada for feito. 1 = estável · 5 = piora rápida.

Score = G × U × T  ·  de 1 a 125

Extrema Ação imediata; risco inaceitável. 100–125
Crítica Prioridade alta; tratar no curto prazo. 64–99
Alta Planejar tratamento com prazo definido. 27–63
Moderada Monitorar e tratar conforme orçamento. 8–26
Baixa Risco tolerável; acompanhar. 1–7

Faixas ilustrativas para leitura; cada projeto calibra os limites ao contexto da operação.

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Exemplo de matriz de risco

O que sai de um diagnóstico — na prática

Recorte ilustrativo de um condomínio residencial. Nenhum risco entra sem a fonte da evidência que o sustenta.

Cód.Risco / vulnerabilidadeEvidência (fonte)GUTScoreSeveridadeContramedida
R-001Controle de acesso de visitantes sem conferência de identidadeInspeção diurna · entrevista portaria555125ExtremaPOP de acesso + validação por documento e pré-autorização
R-002Procedimentos de portaria não escritos (cada turno faz de um jeito)Entrevistas por função (3 turnos)44580CríticaKit de POPs por posto + treinamento na trilha da equipe
R-003Equipe sem treinamento formal em emergência e evacuaçãoEntrevistas · ausência de registros44464CríticaTrilha de emergência com prova e certificação
R-004Perímetro com ponto cego entre muro e vegetaçãoInspeção noturna · foto nº 1443336AltaPoda + barreira física + ronda com checkpoint
R-005Iluminação perimetral deficiente no acesso de serviçoInspeção noturna · foto nº 2233218ModeradaReforço de iluminação com sensor
R-006CFTV sem rotina de verificação de gravaçãoInspeção · entrevista zeladoria2228ModeradaChecklist semanal de integridade das câmeras

EXEMPLO ILUSTRATIVO  Dados fictícios. Numa análise real, cada linha remete à foto, ao registro ou à entrevista que a sustenta — a regra de ouro: nenhum risco entra na matriz sem evidência rastreável.

04

Do risco ao plano

A matriz vira ação — e a ação vira indicador

O plano de ação prioriza pelo score: onde o risco é maior, o orçamento vai primeiro.

Do exemplo acima

R-001 (extrema) e R-002 (crítica) entram na primeira fase do plano, com responsável e prazo. R-002, além de contramedida, gera POPs que viram trilha de treinamento da equipe. R-005 e R-006 (moderadas) ficam para as fases seguintes, conforme orçamento.

O indicador para cobrar

Ao fim de cada mês, a plataforma mostra o percentual de preparo da equipe nos tópicos críticos e a execução do plano. É o número objetivo que o gestor leva ao conselho — e usa para cobrar a prestadora pelo padrão contratado.

Você não compra um relatório: compra a gestão contínua do risco, com evidência auditável e indicador mês a mês.

05

Independência e rigor

Por que a recomendação é isenta

Método não é caixa-preta — e recomendação de quem também vende o equipamento não é isenta.

Independência

A VIGIL não vende vigilância, equipamento nem tecnologia de segurança e não substitui a sua prestadora. Não há fornecedor para empurrar: a recomendação segue o risco, não a venda. Nosso papel é dar ao gestor o critério e os indicadores para cobrar a operação — própria ou terceirizada.

Alinhado à ISO 31000

O ciclo segue os princípios da ISO 31000 — identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar — com revisão periódica. Cada risco registra causa, consequência, contramedida e fonte: a fotografia auditável da operação, não uma opinião com data de validade.

06

Quem responde pelo método

Autoria e responsabilidade técnica

Existem duas cabeças de segurança por trás de cada entregável.

Guilherme Abreu e Fernando Corbett — sócios-fundadores

Responsáveis pela metodologia VIGIL, são consultores seniores de segurança patrimonial e gestão de risco. Conduzem a definição do padrão que orienta os diagnósticos, os procedimentos e as trilhas de treinamento — e garantem que a automação da plataforma nunca substitua o julgamento humano.

VIGIL ACADEMY LTDA · software registrado no INPI · escopo e sigilo sempre em contrato.

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Perguntas frequentes

Análise de risco patrimonial — em resumo

Como é feita uma análise de risco de segurança patrimonial?
Em cinco passos: diagnóstico de campo com evidência rastreável; classificação de cada risco por Gravidade, Urgência e Tendência (GUT) numa matriz de priorização; plano de ação com responsáveis e prazos; procedimentos (POPs e MOPs); e treinamento com indicadores mensais. Nenhum risco entra na matriz sem prova de campo.
Quais critérios a VIGIL usa para classificar um risco?
Cada risco recebe três notas de 1 a 5 — Gravidade, Urgência e Tendência (matriz GUT) — cujo produto (de 1 a 125) posiciona o risco em bandas de severidade: extrema, crítica, alta, moderada e baixa. A lógica de análise vem de métodos de proteção de infraestrutura crítica (Sandia RAM), adaptados à realidade brasileira.
A análise de risco da VIGIL é independente da empresa de vigilância?
Sim. A VIGIL não vende vigilância, equipamento nem tecnologia de segurança e não substitui a sua prestadora. Não há fornecedor para empurrar: a recomendação segue o risco, não a venda. O papel da VIGIL é dar ao gestor o critério e os indicadores para cobrar a operação — própria ou terceirizada.
A metodologia é alinhada à ISO 31000?
O ciclo segue os princípios da ISO 31000 — identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar o risco —, com revisão periódica e evidência rastreável em cada etapa. Cada risco registra causa, consequência, contramedida e fonte.
Como a análise de risco vira indicadores para cobrar a empresa terceirizada?
Os procedimentos (POPs) definidos no projeto viram trilhas de treinamento da equipe, com prova e certificação. O percentual de preparo por tópico crítico e a execução do plano de ação são medidos mês a mês na plataforma — o número objetivo que o gestor usa para cobrar a prestadora pelo padrão contratado.
Como apresentar o risco ao conselho ou à assembleia?
Um dos entregáveis é a apresentação executiva: o risco e o plano traduzidos para decisão, com prioridade e custo de inação claros, sem tecniquês. O gestor mostra ao conselho a matriz priorizada, o plano com prazos e a evolução do risco residual ao longo do ciclo de 12 meses.

Próximo passo

Quer essa matriz para a sua operação?

O exemplo acima é ilustrativo. O seu começa por um diagnóstico — uma conversa de 30 minutos define se faz sentido, e o retrato do risco fica com você.

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  • Você fala com um especialista em segurança patrimonial — não com um script de vendas.
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