Independência e responsabilidade técnica
A recomendação segue o risco, não a venda
A VIGIL não vende vigilância, não vende posto, não vende equipamento e não vende tecnologia de segurança. Não há fornecedor para empurrar — e é isso que dá valor ao que recomendamos. Esta página reúne a política de independência, as metodologias que sustentam a análise e quem responde tecnicamente por cada entregável.
Política de independência
Sem conflito de interesse na origem
Quem vende a solução não deveria ser quem diagnostica o problema. A independência da VIGIL não é uma promessa de conduta — é uma consequência do modelo de negócio.
O que a VIGIL faz
- Diagnostica o risco com evidência de campo e método publicado.
- Define o padrão — procedimentos escritos para a realidade do posto.
- Treina a equipe nesse padrão, com prova e certificação.
- Entrega o indicador que permite ao gestor cobrar a operação.
O que a VIGIL não faz
- Não vende vigilância nem posto. Não substituímos a sua prestadora.
- Não vende equipamento nem tecnologia — câmera, controle de acesso, alarme, cerca.
- Não recomenda marca nem fornecedor. O investimento entra por função e por critério — a escolha é do cliente.
- Não entrega diagnóstico de PDF que envelhece na gaveta: é gestão viva, medida mês a mês.
Se a recomendação apontar para um investimento, ele é descrito por função e por critério — nunca por marca ou fornecedor. A escolha do fornecedor é do cliente, e a VIGIL não participa dela.
Lastro metodológico
As metodologias por trás da análise
Nada aqui é proprietário e inverificável: são referências públicas de gestão de risco, aplicadas à segurança patrimonial no Brasil.
Sandia RAM — avaliação de risco
A Sandia Risk Assessment Methodology, desenvolvida pelos Sandia National Laboratories para proteção de infraestrutura crítica, é a lógica de avaliação: identificar o ativo, caracterizar a ameaça, medir a vulnerabilidade e estimar a consequência. É o encadeamento que impede que "sensação de insegurança" vire risco na matriz.
ABNT NBR ISO 31000 — ciclo de gestão
O ciclo segue os princípios e o processo da ISO 31000: identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar o risco, com revisão periódica. Alinhamento declarado, não certificação — a ISO 31000 é norma de diretrizes e não é certificável, e a VIGIL não afirma o contrário.
Matriz GUT — priorização
Cada risco recebe três notas de 1 a 5 — gravidade, urgência e tendência. O produto, de 1 a 125, posiciona o risco em bandas de severidade: extrema, crítica, alta, moderada e baixa. É o que transforma uma lista de problemas em ordem de execução do orçamento.
Defesa em profundidade — contramedidas
As contramedidas são organizadas em camadas sucessivas, do perímetro ao ativo: dissuasão, detecção, retardo e resposta. Nenhuma camada isolada sustenta a proteção — e é por isso que "instalar mais câmera" quase nunca é a resposta certa.
A aplicação prática dessas quatro referências — com matriz preenchida, critérios de classificação e plano de ação — está publicada em exemplo de análise de risco patrimonial, e o ciclo completo em metodologia.
Quem assina
Responsabilidade técnica identificada
Método sem nome é caixa-preta. Cada entregável da VIGIL passa por revisão de especialista identificável.
Guilherme Abreu — sócio-fundador e responsável técnico
Consultor sênior de segurança patrimonial e gestão de risco. Responsável pela metodologia VIGIL: conduz a definição do padrão que orienta os diagnósticos, os procedimentos operacionais e as trilhas de treinamento, e responde pela revisão técnica dos entregáveis. Atua nos dois segmentos de foco da VIGIL — condomínios e operações logísticas.
Fernando Corbett — sócio-fundador
Consultor sênior de segurança patrimonial e gestão de risco, sócio-fundador e corresponsável pelo método.
VIGIL ACADEMY LTDA · CNPJ 64.481.185/0001-86 · software registrado no INPI · escopo e sigilo sempre em contrato.
De onde a VIGIL vem
Braço de tecnologia da COE Consultoria em Segurança
A plataforma é nova. O método não é: ele vem de uma consultoria técnica em segurança patrimonial com histórico e carteira próprios.
A VIGIL ACADEMY é o braço de tecnologia da COE Consultoria em Segurança. A divisão entre as duas é de modelo de entrega, não de assunto:
COE Consultoria em Segurança
Projeto técnico sob medida, com entrega humana e escopo fechado: análise de risco, plano estratégico de segurança, auditoria, perícia e projetos especiais.
VIGIL
O mesmo método em plataforma, em ciclo recorrente de doze meses: diagnóstico, procedimentos, treinamento da equipe e indicadores acompanhados mês a mês.
A consultoria atua desde 2000 e atende, entre outros, os seguintes ramos:
- Condomínios e residências
- Armazéns e operações logísticas
- Indústrias e empresas
- Shoppings e comércio
- Bancos
- Hospitais
- Escolas e academias
- Hotéis, clubes e restaurantes
- Eventos e casas noturnas
- Instituições culturais
Por sigilo contratual, esta página não nomeia clientes — descreve o ramo. Quem quiser conhecer a trajetória da consultoria encontra em coeseguranca.com.br.
Perguntas diretas
O que gestores costumam perguntar antes de contratar
A VIGIL é independente de fornecedores de segurança?
Sim. Não vendemos vigilância, posto, equipamento nem tecnologia de segurança. Não há produto para empurrar: a recomendação segue o risco. O papel da VIGIL é dar ao gestor o critério, o padrão e os indicadores para governar a operação — própria ou terceirizada.
A VIGIL é certificada na ISO 31000?
Não, e nenhuma empresa é: a ISO 31000 é norma de diretrizes e não é certificável. A VIGIL declara alinhamento aos princípios e ao processo da norma, com revisão periódica e evidência rastreável em cada etapa. Alinhamento declarado não é certificação.
Qual a relação entre a VIGIL ACADEMY e a COE Consultoria em Segurança?
A VIGIL ACADEMY é o braço de tecnologia da COE. A COE entrega projeto técnico sob medida; a VIGIL leva o mesmo método para uma plataforma, em ciclo recorrente com treinamento e indicadores. A consultoria atua desde 2000, em ramos que vão de condomínios e residências a armazéns, indústrias, bancos, hospitais, escolas e shoppings. Por sigilo contratual, a VIGIL não nomeia clientes.
Quem responde tecnicamente pelos entregáveis?
Guilherme Abreu e Fernando Corbett, sócios-fundadores e consultores seniores de segurança patrimonial. Nenhum entregável sai sem revisão de especialista: a plataforma acelera o levantamento, o julgamento é humano e identificável.
E se a análise apontar falha da empresa de segurança que já atende?
A falha entra no relatório com a mesma evidência de qualquer outro achado. A VIGIL não tem relação comercial com a prestadora e não é candidata a substituí-la — o que a torna capaz de descrever o problema sem ganhar com a conclusão.